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Rede pública do Piauí e 9 estados tem previsão de volta até setembro

Rede pública do Piauí e 9 estados tem previsão de volta até setembro

21/07/2020 10h57 Atualizada há 2 semanas
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Por: Júnior repórter Fonte: meionorte.com
Imagem de arquivo mostra escola de Curitiba - Foto: Arquivo/Estadão Conteúdo
Imagem de arquivo mostra escola de Curitiba - Foto: Arquivo/Estadão Conteúdo

Após o Ministério da Educação (MEC) divulgar as diretrizes para retomada das aulas presenciais, pelo menos nove estados e o Distrito Federal discutem retomar as aulas na rede pública nos próximos dois meses, segundo levantamento feito pelo junto às secretarias estaduais de educação. As informações são do G1.

Se confirmada as previsões, Tocantins deve ser o primeiro estado a voltar com as aulas presenciais, já no início de agosto. Mas a capital do estado não acompanhará o calendário do governo estadual e já disse que em agosto, as aulas ainda serão remotas(Veja as datas abaixo).Em resumo, o levantamento aponta que:

apesar de sinalizarem a reabertura das escolas já para os próximos meses, poucos estados e capitais apresentaram planos e cronogramas definidos sobre como será o retorno

entre os que têm diretrizes traçadas, a retomada será gradual

alunos das séries de final do ciclo voltarão antes

a volta seguirá um modelo de revezamento de turmas

Além dos estados, as prefeituras de oito capitais anunciaram planos independentes de retomada. Entre as capitais, Cuiabá, Curitiba e Macapá planejam a volta para o mês que vem, mas ainda não têm uma data certa (veja cada uma das oito capitais no final da reportagem).

Previsões de retomada nos estados e DF

Nove estados e o Distrito Federal informaram  que devem voltar às aulas no segundo semestre. Ao menos cinco voltarão em agosto e quatro marcaram a retomada para setembro.

Voltam em agosto: 

Maranhão: 10 de agosto

Rondônia: agosto, sem dia definido

Tocantins: 3 de agosto

Rio Grande do Norte: 17 de agosto

Distrito Federal: 31 de agosto

Voltam em setembro:

Acre: 8 de setembro

Santa Catarina: 8 de setembro

São Paulo: 8 de setembro

Piauí: 22 de setembro.

Paraná: Setembro, sem dia definido

Previsões de retomada nas capitais

Das capitais, oito falam em retorno, sendo três delas em agosto e cinco em setembro. Veja abaixo como fica o calendário:

Voltam em agosto:

Cuiabá. Agosto, sem data definida

Curitiba. Agosto, sem data definida

Macapá. Agosto, sem data definida

Voltam em setembro:

São Luís. Setembro, sem data definida

Belém. 1º de setembro

São Paulo. 8 de setembro

Palmas. Setembro, sem data definida

Salvador. Setembro, sem data definida

Em Cuiabá, Macapá, Salvador e Belém ainda não há plano de retomada e cronograma elaborados pelas secretarias municipais. Veja o que quatro capitais planejam para o volta às aulas. 

Diretrizes estabelecidas pelo governo

Entre as diretrizes divulgadas pelo MEC em 1º de julho para a retomada das aulas presenciais, estão:

Uso de máscara obrigatório

Medição de temperatura no acesso às áreas comuns

Disponibilização de álcool em gel

Volta ao trabalho de forma escalonada

Ventilação do ambiente

Possibilidade de trabalho remoto aos servidores e colaboradores do grupo de risco

Reuniões e eventos à distância

Distanciamento de pelo menos 1,5 m

Orientação para manter cabelo preso e evitar usar acessórios pessoais, como brincos, anéis e relógios

Não compartilhamento de objetos – incluindo livros e afins

Elaboração quinzenal de relatórios para monitorar e avaliar o retorno das atividades

As aulas presenciais estão suspensas no Brasil desde março em escolas, centros educacionais e universidades por causa da pandemia do coronavírus.

Estudantes, pais e professores narram 'apagão' do ensino público na pandemia; em 7 estados e no DF, atividade remota não vai contar para o ano letivo

A suspensão de atividades não encontrou uma resposta coordenada pelo país: todos os estados e o DF adotaram atividades remotas, mas cada estado adotou uma maneira de repassar o conteúdo – plataformas virtuais, sites, TV aberta e até por meio do WhatsApp.

Nas redes municipais, até junho, ao menos sete capitais não haviam adotado nenhuma atividade remota. 

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