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Mulher é flagrada

Mulher é flagrada com celulares escondidos dentro de um mamão

Mulher é flagrada com celulares escondidos dentro de um mamão

30/05/2019 16h37
Por: Júnior repórter
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Mulher é flagrada com celulares escondidos dentro de um mamão
Mulher é flagrada com celulares escondidos dentro de um mamão

Uma mulher identificada como Maria Luzia Rodrigues foi flagrada, na tarde desta quarta-feira (29), tentando entrar com dois celulares escondidos dentro de um mamão na Penitenciária Mista de Parnaíba. Os agentes penitenciários descobriram os aparelhos ao passar a sacola com a fruta pela máquina de raio X durante a visita.“O aparelho de raio X acusou algo compatível com o celular. Após abrir a sacola que estava dentro do mamão, os agentes confirmaram a suspeita. Diante do flagrante, foi dada voz de prisão dela, que ficou alterada com a situação”, contou Kleiton Holanda, presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Piauí (Sinpoljuspi)

.“O aparelho de raio X acusou algo compatível com o celular. Após abrir a sacola que estava dentro do mamão, os agentes confirmaram a suspeita. Diante do flagrante, foi dada voz de prisão dela, que ficou alterada com a situação”, contou Kleiton Holanda, presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Piauí (Sinpoljuspi).

Segundo os agentes, Maria Luzia alegou que a sacola com o mamão não era dela, mas o sistema de monitoramento mostrou a mulher desde a entrada na unidade. Acusada de conduta imoral, ela foi encaminhada à Central de Flagrantes de Parnaíba.

“Como não é considerado crime, foi registrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência [TCO] do caso e ela não ficou presa. Os aparelhos seriam levados para o filho dela, o detento Paulo César Rodrigues Santos, que cumpre pena por tráfico de drogas”, informou Kleiton Holanda.

De acordo com o Sinpoljuspi, Maria Luzia tem três filhos, uma filha, o ex e atual marido presos na Penitenciária Mista de Parnaíba.

Atualmente o presídio abriga 616 presos, sendo que a capacidade é para 136 pessoas. Para kleiton Holanda, a superlotação atrapalha as atividades na penitenciária, tanto de segurança como de fiscalização, e consequentemente não ajuda na ressocialização dos presos.

Fonte: Catarina Costa/G1-PI

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