Quarta, 19 de setembro de 2018
Cidades

09/04/2018 ás 12h07

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Júnior repórter

Piripiri / PI

Mãe denuncia agressão de filho em sala de aula
Mãe denuncia agressão de filho
Mãe denuncia agressão de filho em sala de aula
Mãe registrou queixa na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente de Teresina (Crédito: Efrem Ribeiro )

A dona de casa Layane Naria Gomes de Melo Sousa prestou queixa e registrou Boletim de Ocorrência (BO) na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente de Teresina por suposta agressão física de seu filho E.E.G.M.S., de oito anos, na sala de aula, na Escola Municipal Cristina Evangelista, no bairro Três Andares, na zona Sul de Teresina, na sexta-feira. A professora é acusada de praticar as agressões.


Layane Naria Gomes de Melo Sousa afirmou que estava no hospital e, ao chegar em casa, sua filha que vai pegar todos os dias o irmão no colégio informou que uma professora sufocou, com as mãos, o pescoço da criança porque ela estaria correndo dentro da sala de aula, onde estuda o 3º ano do Ensino Fundamental.


“A professora apertou meu filho no pescoço pelo simples fato dele estar correndo dentro da sala de aula, mesmo podendo pegar na mão dele, levando para a diretora da escola”, declarou Layane Naria Gomes de Melo.


O estudante confirma a agressão. “Quando eu sai da sala de aula, estava sem respiração. Eu fiquei com as marcas da mão da professora”, falou E.E.G.M.S.


Layane Naria relatou o caso da agressão e, um grupo de danças que participa no aplicativo WhatsApp e uma outra mãe confirmou que sua filha viu a agressão do colega.


“A garganta do meu filho ficou com a marca da mão da professora. Eu fiz o Boletim de Ocorrência (BO) e era para fazer o exame de corpo delito no Instituto Médico Legal (IML) , mas estava tão agitada que não levei a certidão de nascimento e no outro dia não adianta mais levar porque não existiam mais as marcas”, falou Layane Naria.


Ela procurou a diretoria da Escola Municipal Cristina Evangelista para denunciar a agressão feita pela professora e foi orientada a falar com a docente e não acreditar na palavra de uma criança. “Eu quero que a direção investigue, apure e caso e afaste a professora porque eu estou com medo que a agressão possa se repetir e receber a próxima notícia que o menino está morto . Meu filho é danado mesmo, mas a professora não poderia fazer isso com ele”, falou a mãe.

FONTE: meionorte.com

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