Terça, 16 de outubro de 2018
Política

20/11/2017 ás 18h36

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Júnior repórter

Piripiri / PI

Moro nega transferência de Cunha para Brasília ou Rio de Janeiro
Moro nega transferência de Cunha
Moro nega transferência de Cunha para Brasília ou Rio de Janeiro
Influência política de Cunha no DF e RJ seria maior, segundo Cunha

O ex-deputado Eduardo Cunha teve o seu pedido de transferência definitiva negado nesta segunda-feira (20) pelo juiz federal Sérgio Moro.Cunha, preso na Operação Lava Jato,  está preso atualmente no Complexo Médico Penal (CMP), na cidade de Pinhas, região Metropolitana de Curitiba, e pedia sua transferência para o sistema prisional de Brasília ou Rio de Janeiro.



pedido de transferência definitiva para Brasília já havia sido feito e negado anteriormente quando o peemedebista foi transferido para a capital federal por autorização do magistrado para prestar depoimento ao juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara Federal..



Eduardo Cunha, que foi acusado pelo lobista Funaro de pedir 1 milhão para comprar votos e 'derrubar Dilma, foi condenado a 15 anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, sem direito a recorrer em liberdade.


Os advogados do ex-deputados argumentaram, para que fosse aprovado o pedido de transferência, que a esposa do ex-parlamentar mora em Brasília e que o escritório de sua defesa fica na capital federal. E alegou ainda que os deslocamentos de Cunha para depoimentos em outras investigações que o envolvem geram despesas ao governo.


O juiz Sérgio Moro disse que Cunha poderia ter influência política maior em Brasília ou no Rio de Janeiro e por esse motivo a sua transferência não seria conveniente. "Sua influência política em Curitiba é certamente menor do que em Brasília ou no Rio de Janeiro. Mantê-lo distante de seus antigos parceiros criminosos prevenirá ou dificultará a prática de novos crimes", disse Moro em sua decisão.


O juiz afirmou, ainda, que a decisão "contribuirá para a apropriada execução da pena e ressocialização progressiva do condenado". Na terça-feira (21), o Tribunal Regional Federal de 4ª Região (TRF4), sediado em Porto Alegre, deverá julgar a apelação de Cunha, que tenta reverter a sentença que o condenou pelo recebimento de 1,3 milhão de franco suíços (cerca de R$ 4,2 milhões, na cotação atual) em propina em um contrato para a exploração da Petrobras no campo de petróleo de Benin, na África.


 



Fonte: Com informações da Agência Brasil

 
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